Antes de 1801
Raízes indígenas e missioneiras
O território era povoado por charruas e minuanos. Mais tarde, jesuítas ligados à Redução de São João Batista organizaram fazendas de criação de gado e fruticultura.

Memória e identidade
Das raízes charruas e minuanas à formação de uma comunidade no coração do Rio Grande do Sul.

Antes de 1801
O território era povoado por charruas e minuanos. Mais tarde, jesuítas ligados à Redução de São João Batista organizaram fazendas de criação de gado e fruticultura.

Século XIX
Após a retirada dos jesuítas, a antiga fazenda atravessou períodos de abandono, ocupação e disputa. Um rancho servia de pouso aos raros viajantes vindos de São Martinho.

1894—1895
Antônio José da Silveira mandou medir suas propriedades. Terras foram destinadas, sem ônus, a famílias que quisessem construir e, em março de 1895, estava traçada a área do futuro povoado.

1897
Antônio José da Silveira doou a Praça Frei Galvão à Igreja Católica para um templo consagrado à Mãe de Deus. A pedra fundamental foi lançada em 29 de setembro.

21 DEZ 1928
Após uma campanha iniciada em 1927, Getúlio Dornelles Vargas assinou o decreto que criou o Município de Tupanciretã. A instalação ocorreu em 3 de janeiro de 1929.

Lenda registrada por Manoelito de Ornellas
Conta a tradição que, durante uma tempestade, um missionário e indígenas avistaram a imagem da Mãe de Deus iluminada pelos relâmpagos. O sacerdote teria exclamado “Tupan-ci” e seus companheiros repetiram “Tupan-ci-retan”.
TUPÃ = DEUS · CY = MÃE · RETÃ = TERRA
Terra da Mãe de Deus